Com avidez, estamos bebendo o bom da cena aberta, do ensaio escancarado na praça pública. E como é pública, cheia de surpresas. Quinta-feira, 24 de setembro, prenunciando São Cosme e Damião, voltamos ao anfiteatro da praça da República. Os eres tomaram conta do jogo dos palhaços e da praça - um grupo de jovens chegou de repente, bem garotos, um quase entrando na cena, parecia que íam bagunçar nosso coreto. Mas que nada, o riso tomou conta deles, começaram a curtir a loucura do ensaio: erros e acertos e erros e graças e quando vimos, o riso ganhou a todos. Ao final, conversaram conosco ainda, querendo saber mais. Que maravilha, que aprendizado. Senti que uma certa tensão correu entre alguns dos grupo, mas tudo se tranquilizou depois. Foi o riso ou foi a presença segura de nosso segurança? Como saber agora? Certo é que o ensaio fluiu bem, muitas coisas novas e boas pintaram, avançamos muito e, melhor de tudo, nos divertimos e saímos da praça ávidos por mais. Devo registrar que, apesar de pequeno ainda, um público fiel está indo assistir os ensaios (amigos, vizinhos da frei gil). Já sacvam a história do espetáculo e a nossa história também. Muito bom tudo isso!
Terça-feira tem mais!
Nota: postamos uma enquete em nossa página do orkut para decidir que nome terá o espetáculo, ficando as seguintes opções: O Unha-de-Fome, O Mão de Vaca e O Pão Duro. Até o momento, ganha O Mão de Vaca. DEvo dizer que votei, é claro, em um dos nomes, mas gosto dos três. Seria possível um espetáculo com três nomes? Faríamos três cartazes. A cada temporada, divulgaríamos um nome. Ou ao final de cada uma decidiríamos com o público qual nome utilizar na próxima. Criação Pública mesmo, demais! kkkkkk













