RESOLVI POSTAR AQUI ALGUNS
DEPOIMENTOS E COMENTÁRIOS QUE COLETEI NA INTERNET, SOBRE OS
PALHAÇOS TRAVADORES E SOBRE NOSSO ÚLTIMO ESPETÁCULO, “O MÃO
DE VACA”, OBJETO DE MEU DOUTORADO. AO FINAL, LISTEI ALGUNS
SITES, BLOGS E FOTOLOGS QUE DIVULGARAM O
TRABALHO.
PENSO QUE PODEM SER CANAIS DE
PESQUISA PARA OUTROS INTERESSADOS NO TRABALHO DO
GRUPO.
BOM
PROVEITO!
DO
ORKUT
Bira Marques
Contribuição cultural e emocional???
Vcs sabiam q além dos palhaços trovadores contribuírem p nossa
cultura local e regional, contribuem tbm p o crescimento,
amadurecimento e reflexão dos sentimentos do nosso cotidiano. Vcs
sabiam q eles ajudaram a minha mãe amenizar uma síndrome do pânico.
Pois é...O riso é a melhor e mais eficaz terapia...Alem de amenizar
possíveis sintomas de depressão. E vc, qual a contribuição que
esses palhaços maravilhosos têm em sua vida??? Hj eu posso dizer
que Belém do Pará sem palhaços trovadores, não é a mesma coisa...
Aki declaro o meu amor por esses q distribuem o amor em forma de
risos e transformam tudo em volta com a linguagem simples do
sorriso.
Mayara**
!!!Palhaços Vencedores!!!
Parabéns pela vitória linda junto a escola
Bole-Bole...merecidamente!!!...o clown como sempre encantador...e
na avenida do samba não poderia ser diferente...a bela arte de
fazer sorrir...***Palhaços Trovadores***...muito obrigada por vocês
existirem...por preencherem a nossa história e a nossa cultura com
alegria...e tornar a nossa vida sofrida muito mais colorida!!!Sou
fãzona de vocês!!! Eternamente!!! Um abraço!!!
Bira Marques
O desfile mais emocionante da História do
carnaval
Estava com minha mãe no leito do Hospital, ela com câncer no
esôfago em fase terminal, ela era muito fã dos trovadores assim
como eu. Vimos pela tv cultura os detalhes do desfile. Ela
emocionou-se com tanta beleza e quando viu o carro q eles estavam.
Parece q passou um filme na cabeça de minha mãe... Ficou feliz
quando eu disse q o Bole-Bole havia ganhado o desfile,mas no dia 20
(sabado passado) ela n resistiu e partiu sorrindo p fazer
trovadolices q tanto admirava lá com os anjos de Deus...Obrigado
palhaços trovadores por vcs diminuirem um pouco de nosso
sofrimento, obrigado por vcs alegrarem crianças, jovens e idosos e
levarem tbm a mensagem q o amor e o sorriso caminham sempre
junto.Muito sucesso p vcs!
Suelen
Palhaços Trovadores na
Avenida!!!
Quero deixar registrado minha enorme
satisfação em vê-los sendo homenageados na avenida!!!foi uma grande
emoção!!!acompanhei pela TV Cultura,pois infelizmente estava em
Bragança,mas foi como se estivesse com vcs lá na avenida!!!!!foi
muito show,estava tudo lindo e maravilhosooooo!!!!!!PARABÉNS pelo
desfile e que possamos comemorar a vitória de vcs e da Escola Bole-Bole!!!!!PALHAÇOS
TROVADORES,adorooooo vcs!!!!beijão da Su!!!!!
Ricardo
PARABÉNS !!
A Homenagem do bole bole pra vcs foi justa e
merecida.
Que bom que vcs participaram dessa vitória.
Paulo Lessa
Os Palhaços Trovadors
Com uma palavra, como vc definiria os
Palhaços Trovadores?
Carolina
Não conseguir definir em uma só palavra, mas
tento em algumas.
Pôr-do-sol aos domingos na Estação das Docas. Tem coisa
melhor?
** Anjo
Pura alegria, quer mais?
Taiana Silva
F.E.L.I.C.I.D.A.D.E
amOOoOoOo demais ir a seus espetáculos magníficos
*Elinete
PURA ALEGRIA E DESCONTRAÇÃO!!
Camila
Alegria
Sobre o espetáculo “O Mão e
Vaca”
|
Nery:
|
11:10
| spam
|
|
Acompanhei alguns ensaios do novo trabalho dos Trovadores e minha
expectativa foi superada, ontem, de bom para excelente o espetáculo
o Avarento. Elenco afinado, história interessante e irreverente,
público receptivo e a boa notícia do novo espaço de vocês. Sou mais
um que torce e parabeniza por essa grande conquista porque sei o
quanto é difícil se fazer cultura nesse pólo cultural que é o Norte
do Brasil. Mas... avante! Todo sucesso do mundo para vocês. Recomendei a outras pessoas o
espetáculo, quanto a Cia de Palhaços Trovadores, essa, dispensa
comentários. Parabéns mais uma vez!
|
Rodrigo
Notal Mil!!!
Queridos Palhaços Trovadores,
O novo espetáculo está ótimo, fui ontem e adorei, sabia que ía ser
demais como todos os trabalhos de vocês. Parabéns por mais um
maravilhoso espetáculo!!!!!!!!!!
Marton, queria pedir que você divulgasse aqui a agenda do dia 14 lá
na estação para podermos divulgar na página de recado dos
amigos.
A Casa do Palhaço é um sonho de vocês e todos os fãs desse trabalho
nota mil que vocês realizam, gostaria de poder ajudar na
divulgação!!!!!!
Um forte abraço!!!
♫♫*♥* ®ô
*♥*♫♫
Amei o espetáculo... vcs são pai d'éguas
mesmo, e domingo estarei na estação...
Bjusssssss
Rosilene
Muito bom Marton... Parabéns!
Bjs
Ró, Ronaldo e Ronaldinho
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Depoimentos em sites
pessoais:
Hudson
Andrade,
in http://curiadarte.blogspot.com/
O clown é a exposição do ridículo e das
fraquezas de cada um. Logo, ele é um tipo pessoal e único... O
clown não representa, ele é – o que faz lembrar os bobos e
bufões da Idade Média. Não se trata de um personagem, ou seja, uma
entidade externa a nós, mas da ampliação e dilatação dos aspectos
ingênuos, puros e humanos (como no clods), portanto
‘estúpidos’, do nosso próprio ser (Burnier, 2001, p.
209).
“Façam versos pr’um palhaço que
na vida já foi tudo: foi soldado, carpinteiro, seresteiro e
vagabundo...”* e nessa multiplicidade os Palhaços Trovadores
fizeram nesses 11 anos de experiência um público cativo, fiel e
entusiasmado, apresentando seus espetáculos nos teatros, ruas,
escolas, praças e até bares; participaram ainda do Festival de
Ópera nas apresentações de de Il Pagliacci e foram nesse 2010
homenageados pela Escola de Samba Bole-bole, do Guamá, cujo enredo
foi o campeão do carnaval em Belém. E finalmente depois de 11 anos
conseguiram uma sede onde trabalhar e agora pelejam para restaurar
o prédio cedido pela Santa Casa de Misericórdia.
Um grupo grande, de aparente pouca rotatividade, coeso, que
introduziu na cidade a linguagem dos clowns enquanto teatro –
entenda-se, fora do circo. Seus espetáculos costumam ter um tema
central desenvolvido em pequenos quadros, exceto suas duas últimas
produções, adaptações da obra de Molière (Jean-Baptiste Poquelin,
Paris, 15 de janeiro de 1622 – 17 de fevereiro de 1673). de O
Doente Imaginário nasceu O Hipocondríaco e de O Avarento, o então
em cartaz O Mão de Vaca. Esses dois trabalhos fogem a regra por
terem um roteiro mais fixo e linear; os atores representam dois
personagens: o seu próprio clown que por sua vez representa o
personagem da peça. A estrutura cênica de ambos é igual: toda a
trupe em cena, ao fundo, de onde se deslocam para suas ações e onde
acontecem (pequenas) interferências. Marcelo Villela e seu clown,
Bubutchelho, são os protagonistas desses trabalhos, o cenário é
simples e pontual; há música ao vivo, os figurinos são de Aníbal
Pacha. As semelhanças acabam aí. Apesar de parecidos em estrutura e
encenação, O Mão de Vaca é muito mais ralentado, menos emocional e
divertido que seu duplo. Há pequenas variações de elenco nos dois e
eles têm, pelas suas próprias características, improvisos e cacos
que tanto podem render ótimas sacadas, ou por a perder uma cena.
Essa falta de ritmo faz com que os cerca de 90 minutos de encenação
pareçam muito mais, causando mesmo um desconforto na platéia.
Afirmo isso por ter assistido O Mão de Vaca duas vezes e constatado
o que, à primeira vista, poderia ser só um dia ruim. Nesta segunda
vez foi pior, mas sejamos francos que parte do problema está em que
por ser um espetáculo “de palhaços” acredita-se que
seja um espetáculo infantil. Não demorou para que a molecada
dormisse, ou pior, ficasse indócil. Outra questão é que essa
apresentação no Maria Sylvia Nunes, da Estação das Docas, criou um
distanciamento nada interessante. O espetáculo pede o público ali
do ladinho, interagindo, cúmplice.
É muito bom ver o crescimento de alguns atores – projeção de
voz, articulação, jogo –, assim como a necessidade de
amadurecimento de outros; a segurança dos mais antigos garantindo
que o espetáculo siga seu curso (seja lá de que jeito for). Teatro
de grupo, não vou citar nomes nem elogiar, ou admoestar
individualmente. Parabenizo todos e peço cuidado a todos. não se
sintam satisfeitos nem confortáveis com os resultados obtidos, ou o
aplauso efusivo dos fãs de carteirinha. Pode ser mais. Sempre
dá.
(*) O Circo. Quarteto em Cy
13 de março de 2010.
9h23
Fernando Gurjão Sampaio
in
http://domistecofernandel.blogspot.com/2010/03/estreia.html
quinta-feira, 4 de março de 2010
Na quinta-feira passada, dia 25 de fevereiro, foi a primeira
apresentação do espetáculo “O Mão de Vaca”, dos
Palhaços Trovadores, texto baseado em “O Avarento” de
Moliere.
Noticiei isso
aqui
no blog com a publicação do release que me foi enviado pelo Marton
Maués, diretor do Grupo, convidando todos os leitores para
assistir. O grupo se manteve fiel à proposta de levar o teatro à
praça, ao povo, tanto que optou por realizar o primeiro espetáculo
no mesmo lugar onde ocorreu grande parte dos ensaios, o anfiteatro
da Praça da República.
Apesar de já ter presenciado ensaios com um público considerável,
nada se comparou à quantidade de pessoas que estavam no local nesta
primeira apresentação. Com a casa lotada, foi difícil arranjar
local para sentar, gente que se pendurava por todos os cantos
possíveis. Nos demais dias não pude ir, compromisso com os filhos,
obrigações de pai. Mas me contou o Marton que o público só fez
crescer, gente que vinha rir com as palhaçadas maravilhosas tiradas
de um texto difícil. No último dia, ainda me contando ele,
“saia gente pelo ladrão” – notícia maravilhosa
para quem gosta e torce pelo teatro feito aqui, sem recurso e sem
propaganda.
Parabéns aos Palhaços Trovadores e a todos que
participaram.
Parabéns ao público, que percebeu algo novo e soube dar
valor.
.............................................................................
ENVIADO POR
E-MAIL
Pela primeira vez, tive o prazer de assistir a montagem de um
espetáculo dos Palhaços Trovadores, o “Mão de Vaca”,
desde o início do processo.
Lembro que o primeiro ensaio que vi, o grupo apenas improvisava,
ainda não tinha o texto e acho que ainda não tinha sido definido
quem iria fazer quem.
Neste primeiro ensaio, vi o grupo meio dividido, meio mal-humorado,
meio sem vontade e, confesso que vê-los assim, tão seres humanos,
deixou-me um pouco decepcionada, pois estava acostumada a vê-los
“prontos”. No entanto, assim que o improviso começou,
apesar de tudo estar muito começando e apesar de ser um fragmento
de uma cena (eu acho), assim que eles se reuniram, reconheci a
“cara” dos Trovadores e suas irreverências.
Fiquei um tempinho sem aparecer e, quando fui para mais um ensaio,
o texto já estava mais ou menos enxuto e mais ou menos adaptado e
os atores já estavam com os seus papéis. Aí foi interessante porque
pude perceber que para uns, a personagem veio, desceu mais
rapidamente, do que para outros. Vi o esforço e o sofrimento de
alguns e a facilidade de outros. No princípio achei que os que
tinham mais dificuldade em achar sua personagem talvez estivessem
insatisfeitos com seus papéis, mas depois entendi que o processo é
assim mesmo e que cada um é cada um e que o sofrimento faz parte do
processo. Mas, mesmo os que haviam encontrado sua personagem, ainda
não tinha visto a incorporação total, como se fossem uma só
pessoa.
Aí havia uma história dos bancos, das cenas marcadas com as
posições de senta e levanta e troca de banco. Achei que isso não
fosse dar muito certo, não pela idéia que achei, de cara,
maravilhosa, mas pela coordenação motora de decorar texto,
representar e decorar lugar de troca de banco. Era muito engraçado
vê-los super atrapalhados entre os textos e os
bancos.
Aí então os ensaios passaram a ser na praça e abertos ao público e
quem quisesse, podia ir à praça assistir. Isso foi muito
interessante, pois todos podiam opinar e sugerir, ao final de cada
ensaio. Não tenho certeza, mas acho que isso deu uma forçada para
que o grupo se esforçasse mais para encontrar sua personagem e
decorar o texto pois, assim como eu, a platéia ficava meio
decepcionada quando víamos alguém com o papel nas
mãos.
Mas a experiência, para mim e penso que pra todos que foram platéia
nos ensaios, foi encantadora, tanto pela oportunidade de ver algo
nascendo e crescendo, como pela oportunidade de poder falar sobre,
ao final. Acho que isso nos envolveu de alguma forma que, muito
mais do que platéia apenas, passamos a torcer muito pelo
espetáculo, tanto que nunca havia me empenhado tanto em convidar
pessoas para assistir a montagem.
Muito bacana também foi ver um ensaio com o figurino, maquiagem e
cenário. Fiquei emocionada quando os vi arrumados e fiquei
impressionada de como o “negócio” estava funcionando.
Foi um ensaio com cara de pré estréia (pra mim, pelo menos), pois
tinha iluminação e muitas fotos. Neste dia, já não tinha mais
condições de ver “defeitos” e, o que pra mim foi
maravilhoso, para o grupo ainda houve erros, esquecimentos,
reclamações, etc. Fiquei chocada com a reunião de final de ensaio.
Achei-os tão duros com eles mesmos, ao mesmo tempo que, quando
citavam um erro, eu reconhecia que tinha ocorrido realmente, eu é
que não havia percebido, ou talvez não quisesse ter visto. Coisas
de fã, talvez, ou de quem não entende nada de
teatro.
No entanto, o mais interessante, pra mim, ainda estava por vir. Fui
assistir na estréia e gostei muito e vi que o grupo cresceu muito
depois do “ensaio com cara de pré estréia”, e o que eu
havia achado bom, realmente pode ficar melhor.
E assim foi acontecendo, a cada espetáculo (fui várias vezes) o
grupo estava cada vez melhor e melhor. Mesmo quando, em uma das
apresentações aconteceu o que eles chamam de “ressaca”
(o dia de mais erros), mesmo assim, com os erros acontecendo, os
Palhaços haviam amadurecido e, neste dia, vi que os erros eram
vistos com mais condescendência e nem deram tanta importância ao
fato, apesar de terem sido apontados e aceitos como erro mesmo.
Finalmente vi e reconheci os Palhaços Trovadores leves, soltos,
confiantes e, principalmente, companheiros e, o dia deles de
“ressaca”, foi o melhor dia pra mim, não o melhor dia
de montagem, mas o melhor dia para reconhecê-los e percebê-los,
como quando os vi pela primeira vez há alguns
anos.
Portanto, mesmo que agora consiga separar um pouco e perceber
algumas coisas, o resultado final foi muito, muito bom. A linguagem
da irreverência, da graça, da brincadeira, do talento e do
compromisso do grupo com o próprio grupo, apareceu cada vez mais. O
trabalho de corpo é bem bacana e parece que eles não se esforçam
nada para cair, subir, pular, sambar, correr. A maneira como eles
interagem com a platéia, uma cara congelada meio de paisagem entre
uma fala e outra, é a cara dos Trovadores e é muito engraçada.
Muito bacana também e que é a linguagem dos Palhaços Trovadores, é
o improviso. Improvisar é uma arte a parte nas mãos do grupo. Eles
conseguem transformar o que poderia ser um desastre, em uma coisa
engraçadíssima, sem perder o sentido da cena e, principalmente, sem
perder o bom humor. O que é um improviso, parece ter sido um
combinado e isso é uma das coisas que mais gosto e que mais me
chama atenção. Quem assiste uma só vez, fica na maior
dúvida!
Aos poucos vi o grupo voltando a ter aquela cara conhecida,
finalmente os vi bem e de bem, finalmente vi companheirismo,
leveza, brincadeira, finalmente os vi a vontade e com vontade. Foi
muito bom vê-los e reconhecê-los ao final do processo. Adorei a
montagem e, mesmo vendo tantas vezes, morri de rir todas as vezes,
como se o grupo se renovasse no texto de sempre.
O que me encanta nos Trovadores é que eles tem a arte de fazer rir
e de emocionar.
Parabéns!
Ps1: As personagens desceram e aconteceram.
Ps2: A história da troca dos bancos, do senta e levanta, de falar o
texto e ainda representar, de fazer cara congelada, de paisagem e,
mais ainda, ser engraçado..., super funcionou e talvez seja minha
cena favorita.
Beijo,
Salette
......................................................................................................................................................................
ALGUNS SITES, BLOGS E FOTOLOGS QUE
DIVULGARAM O ESPETÁCULO “O MÃO DE
VACA”
http://holofotevirtual.blogspot.com/2010/03/os-palhacos-trovadores-apresentam-o-mao.html
http://www.diariodopara.com.br/N-80537.html
http://redeteatrodafloresta.ning.com/video/estreia-de-o-mao-de-1
http://domistecofernandel.blogspot.com/2010/02/o-mao-de-vaca.html
http://entretenimento.centralblogs.com.br/post.php?href=e+gu+a+o+mao+de+vaca+e+sensacional&KEYWORD=18054&POST=3224929
http://blogdojadao.blogspot.com/2010/03/egua-o-mao-de-vaca-e-sensacional.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+BlogDoJado+%28Blog+do+Jad%C3%A3o%29
http://arte-bhagavan.blogspot.com/2010/02/palhacos-trovadores-o-mao-de-vaca.html
http://www.portalcultura.com.br/index.php?site=2&pag=conteudo&mtxt=15726&cabeca=Palhaços
Trovadores se apresentam na Estação neste domingo
(14)
http://www.estacaodasdocas.com.br/?p=797
http://www.fotolog.com.br/evil_poderosa/56336936
http://www.ecleteca.com.br/beta/leragenda.php?idagenda=517
http://www.ecleteca.com.br/beta/lernoticia.php?idnoticia=213
http://www.flickr.com/photos/wmello/4099744750/
http://direitospratodos.blogspot.com/2010/02/estreia-do-espetaculo-mao-de-vaca-dos.html
http://www.orm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=248&codigo=461405
http://www.diariodopara.com.br/N-81260.html
http://www.fundacaonazare.com.br/voz/ler.php?id=2517&edicao=77
http://www.orm.com.br/amazoniajornal/interna/default.asp?modulo=829&codigo=458385
http://teatroderua.ning.com/photo
http://www.pa.gov.br/noticia_interna.asp?id_ver=59846&id_mc=13
http://blogdojadao.blogspot.com/2010/02/agenda-cultural-os-palhacos-trovadores.html
http://pesquisaemteatro.wordpress.com/tag/escola-de-teatro-e-danca-da-ufpa/
http://www.fotolog.com.br/robertapassinho/41416164
http://blogdodiarinho.blogspot.com/2010/02/palhacos-trovadores-estreiam-espetaculo.html
http://mulheresemmarcha.blogspot.com/2010/02/palhacos-trovadores-na-republica.html
http://curiadarte.blogspot.com/2010/04/o-mao-de-vaca.html